As estrelas são nossas

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Autor: H. K. Bulmer (Kenneth Bulmer)

Original: The stars are ours – 1953

Editora: Rio Gráfica

Colecção: Galáxia

Número: 4

Comentário: Um cientista que inventou uma máquina de ver o passado é assassinado. Um jornalista, ao investigar o crime, descobre que os destinos da humanidade são, há milénios, conduzidos por robots alienígenas. Às dificuldades de convencer as autoridades soma-se o poder dos robots.

Leitura fácil, mas pouco se aproveita. Texto nada original e com tendência a resvalar para o disparate.

Pavana

Autor: Keith Roberts

Original: Pavane – 1968

Editora: Clássica Editora

Colecção: Limites

Número: 5

Comentário: Um mundo onde a Invencível Armada de Filipe II invadiu as ilhas britânicas. A Reforma e a Revolução Industrial não chegaram a acontecer. O Papa domina a Europa e boa parte do resto do mundo.
Uma primorosa descrição de um mundo anti-científico. Um dos melhores livros do género.

A sorrir também se vence

Autora: Daphne du Maurier

Original: Rule Britannia – 1972

Editora: Livros do Brasil

Colecção: Dois Mundos

Número: 118

Comentário: Depois de um referendo que dita a saída da CEE, perante uma grave crise económica, o governo do Reino Unido decide formar uma união com os EUA.
Para uma família da Cornualha, a chegada dos fuzileiros americanos parece mais uma invasão do que uma união amigável. E depressa se assiste a uma escalada de violência.
Num cenário fictício, a autora consegue mostrar perfeitamente o que pode correr mal quando se fazem uniões contra a vontade dos povos. Como em muitos casos reais, lá aparecem os resistentes, os colaboracionistas e os indecisos.
A cereja no topo do bolo são algumas cenas hilariantes (que não disfarçam a tensão nem retiram o carácter sério da obra).